Os vinte e quatro sinais de um som, do abutre 𓄿 à naja 𓆓

Hieróglifos egípcios

Os hieróglifos egípcios que escrevem um único som, com o que cada um representa, a leitura dos egiptólogos e a letra que a convenção moderna lhe dá, mais um tradutor para escrever um nome como os escribas escreviam nomes estrangeiros. Ana fica 𓄿𓈖𓄿.

O que é o alfabeto egípcio

A escrita egípcia nunca foi um alfabeto. Um texto na parede de um templo mistura três tipos de sinal: os que escrevem um som, os que escrevem dois ou três sons de uma vez e os que não se leem, mas dizem de que tipo de coisa a palavra trata, um homem sentado para um nome de pessoa, um sol para uma palavra de tempo. A lista de Gardiner, o catálogo que os egiptólogos usam, tem mais de setecentos sinais do período clássico, e cada um tem um número, como G1 para o abutre e G17 para a coruja, que a tabela desta página traz ao lado de cada sinal.

Dentro desse conjunto, vinte e quatro sinais escrevem um único som, e eles bastariam para escrever qualquer palavra. Os egípcios sabiam disso e não o fizeram: preferiram a escrita mista por três mil anos, e reservaram a escrita sinal a sinal para os nomes que vinham de fora, os dos reis gregos e persas que os governaram nos últimos séculos. Foi isso que abriu a porta da decifração: os nomes de Ptolomeu e de Cleópatra, dentro dos seus cartuchos, escritos com os uniliterais, permitiram a Champollion casar sinais com sons em mil oitocentos e vinte e dois.

O alfabeto que se vê em museus e em pingentes é esse conjunto de uniliterais com uma letra latina ao lado de cada um. É uma convenção útil e honesta, desde que se diga o que ela é: uma forma de escrever um nome moderno do jeito que um escriba egípcio escreveria um nome estrangeiro, não a forma de escrever uma palavra egípcia. A caixa acima faz exatamente isso, e o bloco de ressalvas no fim da página diz o resto.

Como se lê

O egípcio não escrevia vogais. As letras A, I e U da tabela são a leitura moderna de consoantes que o português não tem, duas delas de garganta, e os egiptólogos as transliteram com sinais próprios, o aleph, o ayin e o yod, que a página mostra entre parênteses na coluna do nome. Quando um egiptólogo pronuncia uma palavra egípcia em voz alta, ele insere um E entre as consoantes por convenção, e é por isso que os nomes dos deuses e dos reis que conhecemos, Ra, Amon, Tutancâmon, são reconstruções: o sinal do sol, 𓂋𓄿, escrevia apenas as consoantes.

A direção de leitura é dada pelos próprios sinais. Animais, pássaros e pessoas olham para o início da linha; quando a coruja olha para a direita, o texto começa à direita. Os escribas também escreviam em colunas, de cima para baixo, e nos monumentos as duas direções aparecem espelhadas por simetria em torno de uma porta ou de uma figura central. Esta página escreve da esquerda para a direita, que é a direção em que as fontes modernas desenham os sinais, e o tradutor faz o mesmo.

A tabela

Os vinte e quatro uniliterais com a letra da convenção, o que cada sinal representa e a leitura dos egiptólogos entre parênteses. Um teste automático confere que cada linha aparece como seção abaixo, e vice-versa.

24 entradas, geradas pelo código
LetraSinalNome
a𓄿abutre (ꜣ)
i𓇋junco (i)
aa𓂝antebraço (ꜥ)
w𓅱codorna (w)
b𓃀pé (b)
p𓊪banco (p)
f𓆑víbora (f)
m𓅓coruja (m)
n𓈖água (n)
r𓂋boca (r)
h𓉔abrigo (h)
hh𓎛pavio (ḥ)
kh𓐍placenta (ḫ)
x𓄡ventre (ẖ)
s𓋴pano dobrado (s)
z𓊃ferrolho (z)
sh𓈙tanque (š)
q𓈎encosta (q)
k𓎡cesto (k)
g𓎼suporte de jarro (g)
t𓏏pão (t)
tj𓍿corda (ṯ)
d𓂧mão (d)
dj𓆓naja (ḏ)

Os vinte e quatro sinais

𓄿aabutre (ꜣ)

Desenho
abutre (ꜣ), o sinal a (hieroglifo)
Escrita
a
Unicode
U+1313F
Referência
G001

O abutre egípcio, sinal G1 da lista de Gardiner. Os egiptólogos o transliteram com um sinal próprio, o aleph, que marcava uma consoante de garganta e não uma vogal; como o egípcio não escrevia vogais, a convenção moderna o lê como A, e é com ele que se escreve o A de um nome. Um dos sinais mais frequentes dos textos.

Próximo: 𓇋 i

𓇋ijunco (i)

Desenho
junco (i), o sinal i (hieroglifo)
Escrita
i, y
Unicode
U+131CB
Referência
M017

O junco florido, M17, lido como um I ou um Y fraco. Dobrado, marca o Y de fim de palavra, e é assim que aparece em muitos nomes de reis. É o sinal que os alfabetos de museu usam para o I e o J, e a página segue essa convenção com a ressalva de que a leitura antiga era uma semivogal.

Anterior: 𓄿 aPróximo: 𓂝 aa

𓂝aaantebraço (ꜥ)

Desenho
antebraço (ꜥ), o sinal aa (hieroglifo)
Escrita
aa
Unicode
U+1309D
Referência
D036

O antebraço estendido com a mão aberta, D36, transliterado com o ayin, uma consoante de garganta que o português não tem e o árabe ainda tem. Nas convenções modernas vira um A longo ou um segundo A, e é por isso que os alfabetos de museu trazem dois sinais para a mesma letra latina.

Anterior: 𓇋 iPróximo: 𓅱 w

𓅱wcodorna (w)

Desenho
codorna (w), o sinal w (hieroglifo)
Escrita
w, u
Unicode
U+13171
Referência
G043

O filhote de codorna, G43, lido como W ou como a vogal U. É o sinal do plural em muitos substantivos e um dos mais comuns dos textos, o que o torna fácil de reconhecer: um pássaro pequeno, redondo, virado para o início da linha. Escreve o U e o W dos nomes modernos.

Anterior: 𓂝 aaPróximo: 𓃀 b

𓃀bpé (b)

Desenho
pé (b), o sinal b (hieroglifo)
Escrita
b
Unicode
U+130C0
Referência
D058

A perna e o pé humanos vistos de lado, D58, com o som de B. É um dos sinais cuja leitura ninguém discute, porque aparece em palavras cujo som se conhece por outras línguas. O pé aponta na direção em que o texto se lê, como todos os sinais com frente e costas.

Anterior: 𓅱 wPróximo: 𓊪 p

𓊪pbanco (p)

Desenho
banco (p), o sinal p (hieroglifo)
Escrita
p
Unicode
U+132AA
Referência
Q003

Um banco ou esteira de junco visto de cima, Q3, um retângulo quase vazio, com o som de P. Por ser um sinal simples, é dos mais fáceis de copiar e um dos primeiros que os estudantes aprendem. Escreve o P de qualquer nome e aparece no nome do faraó Pepi, duas vezes.

Anterior: 𓃀 bPróximo: 𓆑 f

𓆑fvíbora (f)

Desenho
víbora (f), o sinal f (hieroglifo)
Escrita
f
Unicode
U+13191
Referência
I009

A víbora cornuda, I9, uma cobra pequena com dois chifres, lida como F. Serve também de sufixo de terceira pessoa, o que a torna onipresente nos textos: quase toda frase egípcia tem uma. Escreve o F dos nomes e, como todo sinal com frente e costas, olha para o início da linha.

Anterior: 𓊪 pPróximo: 𓅓 m

𓅓mcoruja (m)

Desenho
coruja (m), o sinal m (hieroglifo)
Escrita
m
Unicode
U+13153
Referência
G017

A coruja de frente, G17, com o som de M, o único pássaro dos sinais que olha para quem lê. É a preposição em e o sinal do M em qualquer palavra, e por isso está entre os cinco mais frequentes da escrita. Nos nomes modernos escreve o M sem outra ressalva.

Anterior: 𓆑 fPróximo: 𓈖 n

𓈖nágua (n)

Desenho
água (n), o sinal n (hieroglifo)
Escrita
n
Unicode
U+13216
Referência
N035

A linha de água ondulada, N35, com o som de N. Repetida três vezes, forma o determinativo de água e o sinal de plural. É um traço em zigue-zague, fácil de escrever e fácil de confundir com a linha de terra, que não ondula. Escreve o N dos nomes e a preposição de.

Anterior: 𓅓 mPróximo: 𓂋 r

𓂋rboca (r)

Desenho
boca (r), o sinal r (hieroglifo)
Escrita
r, l
Unicode
U+1308B
Referência
D021

A boca vista de frente, D21, um oval alongado, com o som de R. Como o egípcio não distinguia R de L em muitas palavras, os nomes estrangeiros com L costumam ser escritos com este sinal, e é assim que a tabela o usa para as duas letras. Também é a preposição para.

Anterior: 𓈖 nPróximo: 𓉔 h

𓉔habrigo (h)

Desenho
abrigo (h), o sinal h (hieroglifo)
Escrita
h
Unicode
U+13254
Referência
O004

O abrigo de juncos visto de cima, O4, um retângulo com uma abertura, lido como o H simples. É a primeira de quatro consoantes que os egiptólogos distinguem com pontos e traços embaixo do H, e a única que soa como o H aspirado do inglês. Escreve o H dos nomes.

Anterior: 𓂋 rPróximo: 𓎛 hh

𓎛hhpavio (ḥ)

Desenho
pavio (ḥ), o sinal hh (hieroglifo)
Escrita
hh
Unicode
U+1339B
Referência
V028

Um pavio de linho torcido, V28, lido como um H enfático, transliterado com um ponto embaixo. É o H de palavras como hotep, paz, que aparece no nome de Amenhotep. Nos alfabetos de museu costuma ficar ao lado do H simples sem explicação; aqui a diferença é dita.

Anterior: 𓉔 hPróximo: 𓐍 kh

𓐍khplacenta (ḫ)

Desenho
placenta (ḫ), o sinal kh (hieroglifo)
Escrita
kh
Unicode
U+1340D
Referência
Aa001

Um sinal redondo com traços, Aa1, cuja identificação é discutida; a explicação tradicional é uma placenta ou uma peneira. Lê-se como o CH do alemão ou o J do espanhol, um som de garganta, e é com ele que se escreve o KH dos nomes, como em Khufu, o rei da grande pirâmide.

Anterior: 𓎛 hhPróximo: 𓄡 x

𓄡xventre (ẖ)

Desenho
ventre (ẖ), o sinal x (hieroglifo)
Escrita
x
Unicode
U+13121
Referência
F032

O ventre de um animal com as tetas, F32, lido como um H mais suave que o anterior, transliterado com um traço embaixo. Não tem equivalente em português e as tabelas de museu o omitem ou o juntam ao KH. A página o mantém, com a letra X como convenção, para que a lista dos uniliterais fique completa.

Anterior: 𓐍 khPróximo: 𓋴 s

𓋴spano dobrado (s)

Desenho
pano dobrado (s), o sinal s (hieroglifo)
Escrita
s
Unicode
U+132F4
Referência
S029

Um pano dobrado, S29, uma linha vertical com um pequeno laço, lido como S. Tem a leitura mais estável de todos os sinais e é frequente em sufixos e nomes. Nos períodos mais antigos o egípcio distinguia dois sons de S, e este é o que sobreviveu à fusão dos dois.

Anterior: 𓄡 xPróximo: 𓊃 z

𓊃zferrolho (z)

Desenho
ferrolho (z), o sinal z (hieroglifo)
Escrita
z
Unicode
U+13283
Referência
O034

Um ferrolho de porta visto de lado, O34, uma barra horizontal, lido como Z nos períodos antigos e como S depois. É o outro S da escrita egípcia, o que se fundiu com o pano dobrado. A tabela o usa para o Z dos nomes modernos, que é a convenção dos alfabetos de museu.

Anterior: 𓋴 sPróximo: 𓈙 sh

𓈙shtanque (š)

Desenho
tanque (š), o sinal sh (hieroglifo)
Escrita
sh
Unicode
U+13219
Referência
N037

Um tanque ou lago retangular visto de cima, N37, lido como o CH do português ou o SH do inglês. É o sinal do SH de nomes como Shoshenq e de palavras comuns como o verbo receber. Um retângulo baixo e largo, fácil de distinguir do banco, que é mais estreito.

Anterior: 𓊃 zPróximo: 𓈎 q

𓈎qencosta (q)

Desenho
encosta (q), o sinal q (hieroglifo)
Escrita
q
Unicode
U+1320E
Referência
N029

Uma encosta de colina, N29, um triângulo com um lado curvo, lido como um K de fundo de garganta, transliterado com Q. É a consoante enfática que o árabe escreve com qaf. Nos nomes modernos escreve o Q, e alguns alfabetos de museu o usam também para o K.

Anterior: 𓈙 shPróximo: 𓎡 k

𓎡kcesto (k)

Desenho
cesto (k), o sinal k (hieroglifo)
Escrita
k, c
Unicode
U+133A1
Referência
V031

Um cesto com alça visto de lado, V31, lido como K. Um dos sinais mais reconhecíveis e o pronome de segunda pessoa, o que o torna frequentíssimo. Escreve o K e o C duro dos nomes modernos; Cleópatra, no cartucho de Filas, começa pela encosta de colina, o Q, e não por este cesto, sinal de que a escolha entre os dois era do escriba.

Anterior: 𓈎 qPróximo: 𓎼 g

𓎼gsuporte de jarro (g)

Desenho
suporte de jarro (g), o sinal g (hieroglifo)
Escrita
g
Unicode
U+133BC
Referência
W011

Um suporte de jarro, W11, um sinal baixo com dois pés, lido como G. É raro em comparação com os outros e não tem grande papel gramatical, o que o torna sobretudo o sinal do G dos nomes estrangeiros. Aparece na escrita do nome de Gebe, o deus da terra.

Anterior: 𓎡 kPróximo: 𓏏 t

𓏏tpão (t)

Desenho
pão (t), o sinal t (hieroglifo)
Escrita
t
Unicode
U+133CF
Referência
X001

Um pão redondo visto de lado, X1, um semicírculo, lido como T. É a terminação do feminino em quase toda palavra egípcia, o que o coloca entre os dois ou três sinais mais frequentes dos textos. Escreve o T dos nomes; para o TCH, ver o sinal seguinte.

Anterior: 𓎼 gPróximo: 𓍿 tj

𓍿tjcorda (ṯ)

Desenho
corda (ṯ), o sinal tj (hieroglifo)
Escrita
tj, ch
Unicode
U+1337F
Referência
V013

Uma corda de amarrar animais, V13, lida como um TCH, o som de tchau, transliterado com um T com traço embaixo. Nos períodos tardios se confundiu com o T simples. Escreve o CH de nomes que soam como tch; para o CH do português, use o tanque.

Anterior: 𓏏 tPróximo: 𓂧 d

𓂧dmão (d)

Desenho
mão (d), o sinal d (hieroglifo)
Escrita
d
Unicode
U+130A7
Referência
D046

Uma mão vista de cima, D46, lida como D. Sinal simples e frequente, que aparece no verbo dar e em muitos nomes. Nos alfabetos de museu é o D sem ressalvas, e a mão aponta os dedos na direção em que o texto se lê, como a perna e o pé.

Anterior: 𓍿 tjPróximo: 𓆓 dj

𓆓djnaja (ḏ)

Desenho
naja (ḏ), o sinal dj (hieroglifo)
Escrita
dj, j
Unicode
U+13193
Referência
I010

A naja levantada, I10, lida como um DJ, o J do português, transliterado com um D com traço embaixo. É o sinal inicial do nome de Djoser, o rei da pirâmide em degraus, e do nome de Djehuti, o deus Tot. Escreve o J dos nomes, que o egípcio pronunciava mais ou menos assim.

Anterior: 𓂧 d

Praticar

Cartões para reconhecer cada sinal pela letra da convenção, e séries de leitura. Começa com cinco sinais e acrescenta o próximo quando os ativos estiverem firmes. O progresso fica no seu navegador.

5 de 24 sinais em jogo. 0 de 5 aprendidos; o próximo sinal entra quando todos estiverem.

  • 𓄿 a ainda não
  • 𓇋 i ainda não
  • 𓂝 aa ainda não
  • 𓅱 w ainda não
  • 𓃀 b ainda não

O que esta tabela não diz

Esta tabela é uma convenção moderna, não o sistema como os seus usuários o praticavam.

  • Os sinais listados são os uniliterais, os que escrevem um único som; a escrita egípcia tinha centenas de outros, para dois e três sons e para o sentido.
  • O egípcio não escrevia vogais; as letras A, I e U da tabela são a leitura moderna de consoantes que o português não tem.
  • Escrever um nome com esta tabela é o que os próprios escribas faziam com nomes estrangeiros, sílaba a sílaba; não é escrever a língua.

Perguntas frequentes

Existe um alfabeto de hieróglifos?

Não como o nosso. A escrita egípcia tinha centenas de sinais, alguns para um som, outros para dois ou três, outros para o sentido de uma palavra. Os vinte e quatro sinais de um som são os uniliterais, e é deles que se faz o alfabeto dos museus e desta página, uma convenção moderna; os próprios egípcios só escreviam assim, sinal a sinal, os nomes estrangeiros.

Como escrevo meu nome em hieróglifos?

Digite na caixa acima: cada letra vira o sinal uniliteral do som mais próximo. Ana fica 𓄿𓈖𓄿, e lida de volta dá ana. O que fica de fora são as vogais que a escrita não tinha: em Pedro, E e O não encontram sinal, e a caixa diz quais foram. É o que os escribas faziam com nomes gregos e persas, sinal a sinal.

Os hieróglifos se leem da esquerda para a direita?

Das duas, e também de cima para baixo. Os sinais com rosto, os animais e as pessoas olham para o início da linha: se o abutre olha para a esquerda, o texto começa à esquerda. Nos monumentos as duas direções aparecem lado a lado por simetria. Esta página escreve da esquerda para a direita, como as fontes modernas.

O que é um cartucho?

A linha oval que envolve o nome de um rei ou de uma rainha nas inscrições. Os nomes dentro dos cartuchos foram a porta de entrada da decifração: o de Ptolomeu, na pedra de Roseta, já vinha sendo lido, e foi o de Cleópatra, no obelisco de Filas, que confirmou a leitura de Champollion em mil oitocentos e vinte e dois, com os mesmos uniliterais desta tabela.

Por que há dois sinais para o A e vários para o H?

Porque a tabela é uma convenção sobre uma escrita sem vogais. O abutre e o antebraço escreviam duas consoantes de garganta que o português não tem, e a leitura moderna as aproxima do A. Os quatro sinais que os egiptólogos distinguem com pontos e traços sob o H escreviam sons diferentes, do H aspirado ao CH alemão, e a tabela dá a cada um a sua letra de convenção; a página mantém todos, com a diferença dita em cada um.